31 de agosto de 2008

Sai pra lá, mau humor!

O que? Mau humor hoje? Ah, não. Pode parar com isso!

Olhe como a vida é bela, como você tem todas as oportunidades de ser feliz, só não sabe aproveitá-las:
  • você tem pessoas, que te amam, ao seu redor;
  • sua casa, apesar de não ser a melhor do mundo, é o melhor lugar pra você viver;
  • o seu trabalho, embora seja estressante muitas vezes, é o que você escolheu por livre e espontânea vontade, ou seja, você gosta do que faz (e o faz muito bem!);
  • você tem família, amigos, gente que está sempre torcendo por você, mesmo que nem você torça por si próprio.
Problemas? Ora, todo mundo tem. Mas você não tem que desanimar por causa deles. Afinal, de onde você vai tirar forças para resolvê-los se estiver com esse desânimo na sua vida?
E nem fique mal-humorado, pois isso só atrai mais problemas, mais negatividade.

Faça o seguinte: respire fundo, conte até dez. Tente esquecer o que te deixa tão "pra baixo". Hoje é domingo, dia de descansar, de relaxar, não de pensar em problemas.
Faça planos. Planos que você possa executar!! Não é tão difícil assim, tá?

Relaxe sua mente, seu corpo, sua alma.
Assista a um bom filme, prepare "aquele" prato, coma bem. Durma. Você está precisando.
E grite bem alto:
- Sai pra lá, mau humor!

27 de julho de 2008

Magic of love


I want some magic in my life. Not any magic, but a special one.
I want the magic of love. The magic of love.

I don't know where to find a wizard to show me the magic I want.
I don't know who will be this wizard and how his magic will change me!
But I want it for soon. For now. For yesterday...

I simply want to see, and feel, and make this magic happens.
Because I am an ordinary person. I am a human too.

And I want to experience what humans do.
I want the magic of love.

17 de julho de 2008

Férias!

Finalmente, as férias chegam.
O merecido descanso é garantido
em um mês inteiro à disposição.

Pode-se até escolher o que fazer,
pois o tempo, agora, existe.

Tempo para fazer nada,
tempo para fazer as coisas
das quais já nem lembrávamos
que gostaríamos de fazer.

Tempo para cantar,
tempo para sorrir.
Tempo para ler,
tempo para assistir
à vida
e dela participar.

Tempo para planejar,
retomar antigos projetos.
Renovar o quarda-roupa,
o visual.

Fazer novos amigos.
Reencontrar os antigos.
Estudar
[moderamente].

Sair de casa.
Espairecer.
Ficar em casa.
Curtir a família,
o cantinho.

Viver.

[É, ao contrário do que eu pensava, não nos privaram das férias...]

21 de junho de 2008

Besteirinha boa!

     Uma das minhas besteirinhas de menina é uma poesia que escrevi quando tinha uns doze anos. Estava me sentindo sozinha, achando que as pessoas não gostavam de mim (tinha uma certa mania de perseguição!) e resolvi sentar num canto e escrever.

      Engraçado, não? De um momento que eu julgava triste, surgiu uma "obra literária"! (RISOS)
Não é nada muito grandioso, pois eu nem sabia o que estava escrevendo direito... Como disse, era uma menina!

      Mas eu gosto muito dessa "besteirinha", porque foi com ela que participei do meu primeiro festival de poesia (no colégio onde eu estudava) e levei o segundo lugar!! E é por isso que vou dividir com vocês:


Segredos do coração

No silêncio do mundo
Na solidão do amor
No segredo guardado
Na ilusão sem cor

Na imensidão do céu
Nas nuvens de algodão
No amor sem respostas
Nas batidas do coração

Na amizade desfrutada
Na esperança plantada
No coração partido
Por alguém tão cruel...

Em tudo
Por tudo
Com tudo.

Nesse tudo imenso
Eu ponho minha alma
Meus sentimentos
Meu coração eterno

Minha paixão
Minha solidão
São segredos
Do coração.

(Natália Macedo)

7 de junho de 2008

Boas lembranças

      Escrever já foi meu hobby há alguns anos. Escrevia poesias (falando de amor, amizade, natureza etc.), histórias, músicas, até "tratados de amizade"!

      Pensava em ser escritora. Era uma época boa! Escrevia por prazer, sem nenhuma obrigação. E sem vergonha de dizer qualquer coisa que fosse. Não me importava se o que eu escrevia era infantil, clichê, sem nexo... Até porque não tinha noção disso!!

      Hoje, quando releio algumas "obras", quase morro de rir. E penso: "como é que eu pude escrever um negócio desses? Que ridículo! Nossa, eu era muito criança!". De vez em quando, até penso em jogar fora. Mas reflito melhor e chego à conclusão de que isso é uma besteira. Por que jogar fora algo que faz parte de mim? É tão bom ler aqueles escritos (por mais idiotas que sejam) e relembrar os momentos bons que eu vivi àquela época. As "paixões" da infância, as amizades, os medos, os desejos de menina. Se fazem parte da vida de qualquer um, por que não fariam parte da minha vida?

      Sorrir com aquelas lembranças é muito prazeroso. Me faz perceber o quão bom é o processo de crescimento que a vida proporciona. Não falo apenas do crescimento biológico não, mas de crescer como pessoa. Mudar de opinião, de atitude. Pensar em coisas novas. Tentar alcançar novos horizontes à medida que o tempo passa.

      E é isso que me faz feliz. Saber que eu aprenderei coisas novas a cada instante, que o meu conhecimento nunca será limitado (a não ser que eu não queira crescer).

      Nossa, isso tudo por causa de umas coisinhas que eu escrevia alguns anos atrás! Besteirinhas. Mas boas lembranças.