1 de março de 2010

Sessão Nostalgia II: Sorridente. Novamente

      Sorrio mais uma vez.
      Faço-o porque não tenho razões para chorar.
      Porque não tenho coisa melhor a fazer, no momento, do que sorrir!

      Sorrio porque não carrego tristezas,
      não carrego mais aquelas preocupações,
      porque a única coisa que carrego, agora,
      é a vontade de sorrir!

      Sorrio porque estou viva!
      Porque minha vida é demais!
      Porque sou FELIZ!


      (Publicado originalmente em: 30/09/06)

23 de fevereiro de 2010

Sessão Nostalgia I: Felicidade

      FELICIDADE foi a postagem de estreia do flogão, e não poderia deixar de ser a desta sessão também. Uma espécie de "postagem-incentivo", se é que pode ser chamada assim, é bem pequena, mas vale ser relembrada algumas vezes. Principalmente para mim.
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      A vida deve ser vivida sempre hoje. Não pense no que foi vivido ontem, nem no que você poderá viver amanhã.
      Pense apenas no HOJE.
      Viva apenas o hoje.
      Lembre-se do ontem com carinho; pense no amanhã com esperança.
      Mas o hoje, viva-o. Sinta-o. Intensifique-o. Jamais o desperdice.
      Viva simplesmente o presente.
      E seja feliz. Muito feliz.

      ;)

      (Publicado originalmente em: 09 de setembro de 2006)

Declaro aberta a Sessão Nostalgia

      Como estou com muito tempo sobrando, devido às férias (que estão para acabar, infelizmente), mas sem muitas ideias para preenchê-lo (diga-se, "falta do que fazer"), resolvi selecionar alguns posts antigos do meu abandonado flogão, cuja existência ficou esquecida... Garanto que só meu amigo nerd querido, Marcivaldo, deve se lembrar, por ter sido frequentador assíduo daquele espacinho (e também único, diga-se de passagem). Ora, o que não é novidade, já que sua assiduidade é nota 10 aqui também! Hehehe.

      Pensei em deletá-lo, pois sei que não postarei mais nada lá. Mas como contém algumas imagens e textos de que gosto, decidi abrir uma espécie de "sessão nostalgia", a fim de relembrar meus momentos passados, aqui. Assim, minhas fotos que já nem estão mais no meu computador ficarão a salvo, e as palavras ditas outrora jamais ficarão perdidas, largadas lá atrás, uma vez que as retomarei por aqui.

      É isso. Espero que seja útil! E que gostem. (Ora, por que o plural? Só Marcivaldo me visita mesmo... Rs.)

      P.S.: A primeira postagem virá logo.

4 de fevereiro de 2010

Apenas uma história

      Sem criatividade para escrever, embora com vontade. Vontade de criar, talvez um mundo só meu, onde eu possa viver à minha maneira, seguindo minhas próprias regras, sem receio de ser feliz.

      Criar uma história para mim. Uma história nunca antes vivida. Um conto de fadas? Não. Não hoje. Não mais. Ontem, talvez, quando eu acreditava em príncipes encantados montados em seus cavalos brancos, salvando princesas aprisionadas nas torres mais altas dos castelos cercados pelos monstros mais aterrorizantes. Acreditava também em amor à primeira vista, em borboletas no estômago, arrepios, emoções à flor da pele quando na presença do amor. Tudo tão lindo, tão simples, tão fácil. E prático! Olhou, se apaixonou. E final feliz. 

      Não, não é esse o final que procuro para mim. Nem mesmo encontrei um começo. Quero uma história de verdade, sem fantasias loucas de criança, sem aberrações criadas por uma imaginação fértil, sem as mentiras contadas por papai e mamãe, por vovô e vovó, e por todas as pessoas que fingem ser o que não são apenas para manter as aparências. Apenas para se dizer felizes. Apenas para "proteger" a pobre menina doce e ingênua do "perigoso mundo real".

      Quero uma história contada por mim. Talvez por outras pessoas também, as que estiverem ao meu redor, vivendo esta história comigo. Quero construir meu futuro, mas para isso preciso viver o presente. E não é bem o que tenho feito.

      Menos preguiça e mais ação. Vamos lá! Assim, minha história pode, finalmente, começar.

18 de janeiro de 2010

Cri, cri, cri...

      Sinto-me vazia ao mesmo tempo em que guardo uma infinidade de coisas dentro de mim. Tenho necessidade de dizê-las, jogá-las ao vento, para que ele as espalhe ao redor. Porém, não as conheço exatamente. Não tenho ideia do que me aflige, do que me emociona, do que me angustia, do que me faz pular de alegria. É como se eu estivesse oca. Não conhecendo o meu eu interior, parece que ele simplesmente não existe, que não carrego nada comigo.

      Quero gritar, chorar neste momento. Mas nem minhas lágrimas são capazes de saltar dos meus olhos; não existem! Esforço-me em vão: meus músculos se contraem, e minhas têmporas doem.

      Quero me sentir livre não sei de quê. Algo me aprisiona, mas vasculho por toda a parte, e nada, não o encontro. Ah, que tortura!

      Quero também, numa miscelânea de sentimentos, sorrir, gargalhar! Dar um grito de... Um grito de quê? Não sei bem definir. Apenas sinto necessidade de gritar, de fazer minha voz soar por todos os cantos e minhas emoções se dissiparem numa nuvem carregada de felicidade!

      Ah, quem me dera ter a capacidade de me libertar de mim mesma! Sinto, porém, que isso não é possível. Por quê? São tantos questionamentos e, simultanemante, tantas sensações de satisfação. Como se eu já soubesse as respostas. Ou, ainda, como se não as quisesse mais, não mais as procurasse, talvez por medo de encontrá-las.

      Nem mesmo o medo se explica. Apenas o tenho, lá no fundo. Não sei sua causa, mas sua consequência: a prisão. E, nesta, não mais quero permanecer, é a única certeza que tenho.

      Tenho tanto para extrair de mim, e, ao mesmo tempo, nada. Assim, ouço o ruído do silêncio, o cricrilar. É, acho que preciso mesmo fazer análise...